A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou hoje pela manhã o índice de preços ao consumidor (CPI, da sigla em inglês) de novembro entre os países do bloco. Segundo a instituição, o CPI subiu 3,9% em base anual, abaixo dos 4,2% registrados em setembro (último mês com dados completos disponíveis). As informações dos EUA, que fazem parte do grupo, não puderam ser coletadas em outubro por conta da paralisação das atividades governamentais.
Dessa forma, no período, a inflação dos alimentos caiu para 4%, e a da energia, subiu para 3,5%. O núcleo da inflação, que exclui os subíndices de alimentos e energia, também ficou em 4%. Nos países do G7, o CPI caiu para 2,5%.
Entre outubro e novembro de 2025, a inflação cheia em base anual ficou estável em 17 dos 37 países da OCDE com dados disponíveis para outubro. Ela caiu em 13 países e aumentou em apenas 7. A inflação cheia permaneceu acima de 30% na Turquia, e continuou negativa (-0,4%) na Costa Rica. A inflação de alimentos caiu em 20 países da OCDE, subiu em 12 e permaneceu estável em 5. Por outro lado, a inflação de energia aumentou em 21 países, caiu em apenas 12 e mostrou pouca variação nos 4 restantes.
Nos EUA, o CPI ficou em 2,7% em novembro; no Reino Unido, em 3,5%; na zona do euro, em 2,1%; na Alemanha, em 2,3%, e no Japão, em 2,9%. Entre as economias do G20 fora da OCDE, a inflação cheia anual aumentou na China (0,7%) e na India (2,6%) em novembro, enquanto caiu no Brasil (4,6%), Indonésia (2,7%) e Arábia Saudita (1,9). A inflação cheia permaneceu estável na Argentina (31,4%) e na África do Sul (3,5%).