Porto Alegre, 13 de agosto de 2026 – Em junho de 2026, o volume de vendas no comércio varejista cresceu 0,5% frente a maio, na série livre de influências sazonais, após variação de 0,3% em maio de 2026. O mercado esperava alta mensal de 0,3%. Com isso, a média móvel trimestral variou -0,3% no trimestre encerrado em junho de 2026 após apresentar variação de -0,2% no trimestre encerrado em maio de 2026.
Frente a junho de 2025, o volume de vendas do varejo cresceu 2,9%, após variação de 0,4% em maio. O mercado apostava em elevação de 2,35%. No ano, o varejo acumula alta de 1,9% e, nos últimos 12 meses, de 1,6%.
No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças; Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em junho mostrou queda de –1,0% frente ao mês imediatamente anterior, após variar -0,3% em maio de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo ampliado caiu -0,7% no trimestre encerrado em junho de 2026, após registrar recuo de 0,4% no trimestre encerrado em maio.
Frente ao mesmo mês de 2025, o varejo ampliado cresceu 4,9% após recuo de –0,6% em maio de 2026. No ano, o indicador avança 1,9% e, nos últimos 12 meses, 0,8%.
A alta no volume de vendas do comércio varejista na passagem de maio para junho de 2026, na série com ajuste sazonal, teve equilíbrio entre taxas positivas e negativas. No campo positivo, destacaram-se Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,4%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,1%), Móveis e eletrodomésticos (0,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,2%).
No campo negativo, figuraram Livros, jornais, revistas e papelaria (-9,9%), Tecidos, vestuário e calçados (-2,6%), Combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%). No comércio varejista ampliado, Veículos e motos, partes e peças (-1,5%), Material de construção (-3,5%) tiveram queda.
As informações são do IBGE.
Revisão: Rodrigo Ramos / Safras News
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